Por: Amauri Martins Parreira
"O Cacau Monjardim, é um grande admirador da boa propaganda e também uma figura impar. Por isso eu ia quase todos os dias na Secretaria da Comunicação, no centro da cidade, ora para levar uma peça, ora solicitar um serviço ou mesmo trocar algumas informações.
Numa dessas idas, estávamos a falar sobre a evolução da propaganda com a abertura que SECOM estava realizando. Nossa Propaganda já estava bem adiantada, inclusive com a criação do Sindicato. Na época fui o Secretário.
Foi nessa conversa que nasceu a idéia de realizarmos um Premio da Propaganda Capixaba que o Cacau, grande admirador da nossa Fauna, já antecipadamente batizou de COLIBRI DE OURO, Eu claro me entusiasmei pela Idéia, e ele se prontificou a patrocinar, inclusive fornecendo as Estatuetas e alguma outra despesas materiais.
O Sindicato se encarregaria de organizar, premiar e distribuir o Premio.
As reuniões eram no Ed. Fontana, na Reta da Penha. Na primeira oportunidade levei a novidade para a Reunião, que foi de imediato aprovada a unanimidade dos presentes.
Daí, o Cacau já tinha solicitado ao grego Yannis um protótipo do modelo, que claro era um beija flor, um símbolo capixaba e teria que ser trabalhado pelo escultor para dar a impressão de que estava flutuando no ar.
Felizmente, apesar de alguns tentarem mudar, permanece ate hoje e é o prêmio mais antigo da propaganda regional fora do eixo Rio X SP."
A seguir você conhecerá a história do Colibri contada pelo seu cridor, o Cacau Monjardim.
NB: O Amauri, um dos mais brilhantes publicitários de nosso estado, natural de Jaú foi para São Paulo e dela saiu para passear por essas plagas e... nunca mais voltou para lá fixando residência por aqui. Juntamente comigo foi um dos fundadores da APES, antecessora do atual Sindicato e sempre procurou aprimorar nossa propaganda, ora com novidades trazidas de São Paulo, ora com sua criatividade.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
ELPIDIO MALAQUIAS DA SILVA (Desenhista de Propaganda)
Recorda o Amauri da interessante história do Sr. Elpídio. Vamos conhecê-la:
"Trabalhava na Agência uma figura muito pitoresca. Era o nosso vigia, o Sr. Elpidio Malaquias da Silva. Pessoa muito simples, de palavreado curioso e que começou a fazer pequenos desenhos primitivistas em papeis usando as canetas de hidrocor que ficavam espalhadas pela Agência.
Todas as manhãs ele deixava um pequeno desenho, ora na minha mesa, ora na mesa da Helena Jansen, arte finalista da Agência e esposa do Gonzalo.
Nós achávamos bonitos e curiosos esse gesto daquele homem simples, e resolvemos incentivá-los ainda mais adquirindo para ele a principio, canetas mais especificas e depois telas e pincéis para ele passar aquelas idéias simples, mas ao mesmo tempo belas para as telas de pintura.
E continuou o Elpídio a pintar, agora quadros de verdade. Sempre nós dávamos duas telas para ele pintar, uma para nós, Eu e a Helena, e a outra para ele próprio.
A idéia deu tanto certo que tempos depois , quando a Agência fechou, cada um foi para seu próprio destino, o Sr. Elpídio se tornou um artista de verdade inclusive com exposição própria, e passou a viver dos seus belos e diferentes quadros ate a sua morte.
Hoje tenho com orgulho uns 6 quadros, todos daquele período pós profissional do artista, inclusive um com a fachada da Agência, e com os dizeres:
Este quadro foi pintado por Elpidio Malaquias da Silva, desenhista de propaganda."
NB: Gostaram dessa história contada pelo Amauri? Agora vocês irão conhecer a história de PAULO MONTEIRO VIADO.
"Trabalhava na Agência uma figura muito pitoresca. Era o nosso vigia, o Sr. Elpidio Malaquias da Silva. Pessoa muito simples, de palavreado curioso e que começou a fazer pequenos desenhos primitivistas em papeis usando as canetas de hidrocor que ficavam espalhadas pela Agência.
Todas as manhãs ele deixava um pequeno desenho, ora na minha mesa, ora na mesa da Helena Jansen, arte finalista da Agência e esposa do Gonzalo.
Nós achávamos bonitos e curiosos esse gesto daquele homem simples, e resolvemos incentivá-los ainda mais adquirindo para ele a principio, canetas mais especificas e depois telas e pincéis para ele passar aquelas idéias simples, mas ao mesmo tempo belas para as telas de pintura.
E continuou o Elpídio a pintar, agora quadros de verdade. Sempre nós dávamos duas telas para ele pintar, uma para nós, Eu e a Helena, e a outra para ele próprio.
A idéia deu tanto certo que tempos depois , quando a Agência fechou, cada um foi para seu próprio destino, o Sr. Elpídio se tornou um artista de verdade inclusive com exposição própria, e passou a viver dos seus belos e diferentes quadros ate a sua morte.
Hoje tenho com orgulho uns 6 quadros, todos daquele período pós profissional do artista, inclusive um com a fachada da Agência, e com os dizeres:
Este quadro foi pintado por Elpidio Malaquias da Silva, desenhista de propaganda."
NB: Gostaram dessa história contada pelo Amauri? Agora vocês irão conhecer a história de PAULO MONTEIRO VIADO.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
CAMPANHA PARA A FEIRA DOS MUNICIPIOS
Na época o Governador era o Eurico Rezende.
Uma das boas campanhas publicitárias da época era por ocasião da divulgação da Feira dos Municípios. Tinha cartazes que eram distribuídos por todo o estado, volantes, radio, jornal, TV, e o escambau.
Nós fomos chamados para fazer a campanha, a Agência criou um cartaz que o mote era uma criança segurando uma bola de encher.
Uma das grandes dificuldades da época era quanto a MODELOS, pois não havia Agências de modelos locais,não tinha também a cultura de pagar cachês, portanto nós tínhamos que improvisar com amigos, parentes, etc.
Para essa campanha o Gonzalo, diretor de criação da Agência, solicitou ao Sagrilo, nessa altura já nosso fotografo oficial, que fizesse a foto com o meu filho Alexandre, loirinho, e que representava a figura da criança alemã, uma das comunidades de imigrantes que se instalaram aqui e ajudaram a colonizar nosso estado.
A foto foi feita e quando levada ao representante senhor que aprovava tudo, que era um parente do Eurico, não sei por que cargas d’água, ele levou a foto ao Governador, que imediatamente exigiu que usássemos uma neta sua.
A principio para nós tudo bem, pois não havia cachê mesmo, só que quando veio a foto da menina, feito pelo Sagrilo, ela era bangela e o resultado então não ficara bom, pois a criança era o símbolo da campanha e sua foto estaria em closed em todas as peças.
O Gonzalo, com o seu habitual mau humor, vetou a foto, e rebateu que com essa foto ele não finalizaria e nem autorizaria a fazer a campanha,
O Eurico por sua vez manteve a sua posição, e a campanha não foi realizada por nos, e sim por outra Agência, mas com outro mote, mas sem a netinha do governador.
Você vai conhecer a história de Elpídio Malaquias da Silva, o desenhista de propaganda, contada por Amauri.
Uma das boas campanhas publicitárias da época era por ocasião da divulgação da Feira dos Municípios. Tinha cartazes que eram distribuídos por todo o estado, volantes, radio, jornal, TV, e o escambau.
Nós fomos chamados para fazer a campanha, a Agência criou um cartaz que o mote era uma criança segurando uma bola de encher.
Uma das grandes dificuldades da época era quanto a MODELOS, pois não havia Agências de modelos locais,não tinha também a cultura de pagar cachês, portanto nós tínhamos que improvisar com amigos, parentes, etc.
Para essa campanha o Gonzalo, diretor de criação da Agência, solicitou ao Sagrilo, nessa altura já nosso fotografo oficial, que fizesse a foto com o meu filho Alexandre, loirinho, e que representava a figura da criança alemã, uma das comunidades de imigrantes que se instalaram aqui e ajudaram a colonizar nosso estado.
A foto foi feita e quando levada ao representante senhor que aprovava tudo, que era um parente do Eurico, não sei por que cargas d’água, ele levou a foto ao Governador, que imediatamente exigiu que usássemos uma neta sua.
A principio para nós tudo bem, pois não havia cachê mesmo, só que quando veio a foto da menina, feito pelo Sagrilo, ela era bangela e o resultado então não ficara bom, pois a criança era o símbolo da campanha e sua foto estaria em closed em todas as peças.
O Gonzalo, com o seu habitual mau humor, vetou a foto, e rebateu que com essa foto ele não finalizaria e nem autorizaria a fazer a campanha,
O Eurico por sua vez manteve a sua posição, e a campanha não foi realizada por nos, e sim por outra Agência, mas com outro mote, mas sem a netinha do governador.
Você vai conhecer a história de Elpídio Malaquias da Silva, o desenhista de propaganda, contada por Amauri.
AMAURI E CACAU MONJARDIM COM BONI
O Cacau Monjardim já era Secretário de Comunicação, mas nós não nos conhecíamos ainda.
Uma noite a gazeta convidou o a classe publicitária, os clientes em geral para uma Palestra do Jose Bonifácio Sobrinho, o Boni, (CONFIRMAR- se alguém souber mande comentário) que foi feita no auditório do Senac, na Beira Mar, para o lançamento da TV GAZETA.
Nesse dia, o Alvino Gatti não pode comparecer, diga-se de passagem, ele era avesso a qualquer tipo de solenidade, reunião, coquetel, e me solicitou que enviasse um bilhete para o Cacau,, Como eu não o conhecia, ele me descreveu a figura.do Cacau e lá fui eu com o bilhete no bolso para a tal entrega.
Quando cheguei a platéia já estava e a das personalidades já montada no palco do auditório e logo reconheci o Cacau.
Curioso que eu fiquei o tempo todo olhando para ele, esperando uma brecha para entregar o misterioso bilhete, que ate hoje não sabe do que se trata. E a reunião demorou tanto que o em determinado momento o Cacau chegou a cochilar.
Só consegui entregar o bilhete no final da palestra, quando o... saiu correndo, e depois eu soube que ele tinha vindo no jatinho particular da REDE GLOBO, e que tinha que partir imediatamente, talvez em virtude do horário de fechamento do aeroporto.
Depois dessa entrega do tal bilhete, nasceu uma amizade grande e sincera entre eu e Cacau, tanto que ele desafiando as diretrizes do Governo passou a nos solicitar uma seria peças publicitárias, culminando com uma campanha de pagina dupla de veja, que seria publicado com a foto do Roberto Carlos, que viria cantar em uma data especial e que era o ultimo ano do Governo Elcio.
Aconteceu naquele fatídico ano uma das maiores enchentes que colocou o Espírito Santo em estado de alerta, a vinda do Roberto Carlos cancelada, e consequentemente a campanha também, (seria o nosso primeiro anuncio em Veja, e pagina dupla colorida ainda por cima), com o Elcio Álvares, a essa altura já conhecedor e admirador do nosso trabalho, nos chamando ao Palácio, para discutirmos alguma estratégia para fazer em face dessa catástrofe, que inundou cidades, destruiu um pedaço da BR 101 no Norte, impedindo a passagem dos veículos, etc. etc.
Conversamos durante um bom tempo e chegamos à conclusão que o melhor no momento seria apenas colocar umas faixas nos caminhões que saiam diariamente de Vitória para abastecer as cidades que estavam embaixo d’água, com viveres, colchões, remédios, etc..
E segundo o Amauri, foi assim que ele conheceu o Cacau Monjardim.
A seguir Amauri relata saliências na praia com o Zé Ferfnando Osório
Uma noite a gazeta convidou o a classe publicitária, os clientes em geral para uma Palestra do Jose Bonifácio Sobrinho, o Boni, (CONFIRMAR- se alguém souber mande comentário) que foi feita no auditório do Senac, na Beira Mar, para o lançamento da TV GAZETA.
Nesse dia, o Alvino Gatti não pode comparecer, diga-se de passagem, ele era avesso a qualquer tipo de solenidade, reunião, coquetel, e me solicitou que enviasse um bilhete para o Cacau,, Como eu não o conhecia, ele me descreveu a figura.do Cacau e lá fui eu com o bilhete no bolso para a tal entrega.
Quando cheguei a platéia já estava e a das personalidades já montada no palco do auditório e logo reconheci o Cacau.
Curioso que eu fiquei o tempo todo olhando para ele, esperando uma brecha para entregar o misterioso bilhete, que ate hoje não sabe do que se trata. E a reunião demorou tanto que o em determinado momento o Cacau chegou a cochilar.
Só consegui entregar o bilhete no final da palestra, quando o... saiu correndo, e depois eu soube que ele tinha vindo no jatinho particular da REDE GLOBO, e que tinha que partir imediatamente, talvez em virtude do horário de fechamento do aeroporto.
Depois dessa entrega do tal bilhete, nasceu uma amizade grande e sincera entre eu e Cacau, tanto que ele desafiando as diretrizes do Governo passou a nos solicitar uma seria peças publicitárias, culminando com uma campanha de pagina dupla de veja, que seria publicado com a foto do Roberto Carlos, que viria cantar em uma data especial e que era o ultimo ano do Governo Elcio.
Aconteceu naquele fatídico ano uma das maiores enchentes que colocou o Espírito Santo em estado de alerta, a vinda do Roberto Carlos cancelada, e consequentemente a campanha também, (seria o nosso primeiro anuncio em Veja, e pagina dupla colorida ainda por cima), com o Elcio Álvares, a essa altura já conhecedor e admirador do nosso trabalho, nos chamando ao Palácio, para discutirmos alguma estratégia para fazer em face dessa catástrofe, que inundou cidades, destruiu um pedaço da BR 101 no Norte, impedindo a passagem dos veículos, etc. etc.
Conversamos durante um bom tempo e chegamos à conclusão que o melhor no momento seria apenas colocar umas faixas nos caminhões que saiam diariamente de Vitória para abastecer as cidades que estavam embaixo d’água, com viveres, colchões, remédios, etc..
E segundo o Amauri, foi assim que ele conheceu o Cacau Monjardim.
A seguir Amauri relata saliências na praia com o Zé Ferfnando Osório
SR. EUGÊNIO QUEIRÓZ, UM VERDADEIRO CAMPEÃO
Em face da necessidade de aumentar seu faturamento os veículos criaram os chamados cadernos especiais, em datas comemorativas, e vendiam os espaços para anúncios, em sua maioria institucionais.
Paralelo a isso, as Agências também criavam seus anúncios em homenagem ou comemoração a determinadas datas, e na maioria das vezes os veículos os publicavam desde assinado em conjunto.
Uma vez nos soubemos que iria acontecer em Carapina um Campeonato de Tiro ao Pombo, que além da crueldade de abatê-los com tiro de cartucheiras, os organizadores arrancavam as penas da cauda dos pombos para que eles saíssem voando sem rumo.
Inconformados e revoltados com aquilo a Agência criou uma anuncio contrário aquela matança e lá fui eu acertar com o Sr. Eugenio Pacheco de Queiroz, no jornal A Gazeta para aprovar a publicação, com assinatura em conjunto da Agência e de A Gazeta.
O Sr. Eugenio, com aquela calma e tranqüilidade que eram peculiar me disse: “Meu filho, pode mandar o fotolito pra o Zé Gonçalves que eu vou autorizar a publicação, mas não coloque nossa assinatura, pois eu sou um dos participantes desse Campeonato.”
NB: Reparem a que ponto chegava a isenção do jornal naquela época, só uma criatura como o Sr. Eugênio para ter tanta sensibilidade.
A seguir: AMAURI, CACAU E BONI relatado por Amauri
Paralelo a isso, as Agências também criavam seus anúncios em homenagem ou comemoração a determinadas datas, e na maioria das vezes os veículos os publicavam desde assinado em conjunto.
Uma vez nos soubemos que iria acontecer em Carapina um Campeonato de Tiro ao Pombo, que além da crueldade de abatê-los com tiro de cartucheiras, os organizadores arrancavam as penas da cauda dos pombos para que eles saíssem voando sem rumo.
Inconformados e revoltados com aquilo a Agência criou uma anuncio contrário aquela matança e lá fui eu acertar com o Sr. Eugenio Pacheco de Queiroz, no jornal A Gazeta para aprovar a publicação, com assinatura em conjunto da Agência e de A Gazeta.
O Sr. Eugenio, com aquela calma e tranqüilidade que eram peculiar me disse: “Meu filho, pode mandar o fotolito pra o Zé Gonçalves que eu vou autorizar a publicação, mas não coloque nossa assinatura, pois eu sou um dos participantes desse Campeonato.”
NB: Reparem a que ponto chegava a isenção do jornal naquela época, só uma criatura como o Sr. Eugênio para ter tanta sensibilidade.
A seguir: AMAURI, CACAU E BONI relatado por Amauri
STRADIVARIUS X BUZINA. - A PRIMEIRA BRIGA PÚBLICA
Naquela época, a notas em coluna eram muito usadas e os colunistas muito procurados e respeitados, Ter uma nota na coluna do Helio, do Luiz Eduardo, do Conde Bulau, do Marien Calixte, da Maria Nilce, era motivo de orgulho e satisfação.
Um dia sai na coluna uma nota elogiando a Eldorado e comparando-a com a DPZ, a famosa Agência paulista, do Olivetto, e considerada a melhor e mais criativa Agência de propaganda do Brasil.
Nós lemos aquela nota, claro não concordamos e enviamos uma carta para A Gazeta, discordando da nota e dizendo que comparar a ELDORADO COM A DPZ, era o mesmo que comparar um STRADIVARIUS com uma Buzina.
O Jornal claro, publicou e o clima então que já não era bom entre nós ficou ainda pior.
Amauri relembra do “Seu Eugênio”, a seguir
Um dia sai na coluna uma nota elogiando a Eldorado e comparando-a com a DPZ, a famosa Agência paulista, do Olivetto, e considerada a melhor e mais criativa Agência de propaganda do Brasil.
Nós lemos aquela nota, claro não concordamos e enviamos uma carta para A Gazeta, discordando da nota e dizendo que comparar a ELDORADO COM A DPZ, era o mesmo que comparar um STRADIVARIUS com uma Buzina.
O Jornal claro, publicou e o clima então que já não era bom entre nós ficou ainda pior.
Amauri relembra do “Seu Eugênio”, a seguir
REUNIÃO COM A MULHER FORTE - D. MARIAZINHA LUCAS
Inconformados com o fato da Agencia Eldorado atender quase todas as contas governamentais, sem concorrência, nós fomos um dia, eu e o Gonzalo ao Palácio Anchieta, reclamar com a então chefe da Casa Civil Sra. Mariazinha Lucas, que nos recebeu. Ouviu e nos despachou em menos de 5 minutos. Como nós não éramos daqui, tanto eu como o Gonzalo, viemos de São Paulo e o Roicles, embora capixaba estava retornando do Rio de Janeiro, apenas um tempo, bem depois, soubemos que a Sra. Mariazinha Lucas era parente do um dos 3 socios da Eldorado, os outros eram o Xerxes Gusmão Neto e o José Roberto Prado Coelho, com quem nós não falávamos mas anos depois nos tornamos grandes amigos, inclusive o Xerxes foi meu sócio em outra agencia, a Divisão de Propaganda.
NB: Tanto o Xerxes quanto o José Roberto foram pessoas extremamente importantes no mercado e deixaram suas marcas na comunicação capixaba, ambos de uma inteligência incomum.
Eu tive o prazer de conhecer os dois e a grande honra de ter sido uma das “crias” do saudoso Xexéu. Embora os dois tenham sido chamados para campanhas em outro mundo, no decorrer da leitura vocês ainda ouvirão falar deles, e muito.
Bem, voltando às narraivas do Amauri vocês irão tomar conhecimento da que foi, certamente, o primeiro "arranca rabo" entre duas Agências de Vitória.
NB: Tanto o Xerxes quanto o José Roberto foram pessoas extremamente importantes no mercado e deixaram suas marcas na comunicação capixaba, ambos de uma inteligência incomum.
Eu tive o prazer de conhecer os dois e a grande honra de ter sido uma das “crias” do saudoso Xexéu. Embora os dois tenham sido chamados para campanhas em outro mundo, no decorrer da leitura vocês ainda ouvirão falar deles, e muito.
Bem, voltando às narraivas do Amauri vocês irão tomar conhecimento da que foi, certamente, o primeiro "arranca rabo" entre duas Agências de Vitória.
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